domingo, 23 de maio de 2010

acaso objetivo - a (ir)realidade do verbo estar

Convidou-me para viver

Cantando, rodando e sorrindo sutilezas...

“Ela sabe do desejo do seu coração”

E por saber de tal fato,

reminiscente encantamento nos seduziu-

Os “espaços lastimáveis”, as lacunas do (a)mor,

anteriormente fadados ao indigesto pranto recíproco,

dançam agora, neste momento epifânico ao acaso,

“na linha do mar” de projeções e completudes
da existência de um “amor de muito”.



Satisfação plena de ter compartilhado comigo a nossa dança, de ter me tragado com o seu sorriso leve e atemporal de amor de muito.

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